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Mostrando postagens de Março, 2016

13º CONCURSO FNLIJ CURUMIM - LEITURA DE OBRAS DE ESCRITORES INDÍGENAS

13º CONCURSO FNLIJ CURUMIM - LEITURA DE OBRAS DE ESCRITORES INDÍGENAS:
Se você desenvolveu, em sua escola, alguma atividade que abrange a leitura de obras de escritores indígenas esta é a oportunidade de tornar sua experiência conhecida por professores de todo Brasil. 

- Poderão participar professores e educadores brasileiros residentes no Brasil;
- O candidato inscrito deve informar a vinculação a uma escola ou instituição;
- O texto inscrito deve ser fruto de um trabalho de leitura dos livros de literatura para crianças e jovens de autoria de escritores indígenas;
- O texto pode vir apresentado em forma de relato e deve mencionar a(s) obra(s) de autor(es) indígena(s) trabalhada(s), com a referência bibliográfica completa. O relato deve expressar o trabalho com a leitura dos livros de autores indígenas pelo professor junto às crianças e seus desdobramentos, tais como interpretações, textos, propostas;
- A FNLIJ apresenta uma sugestão de obras de autores indígenas, feita em parceria com o e…

13º Concurso Tamoios de Textos de Escritores Indígenas - 2016

Estão abertas as inscrições para o 13º Concurso Tamoios de Textos de Escritores Indígenas - 2016, promovido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ em parceria com o Instituto UKA - Casa dos Saberes Ancestrais. 
A iniciativa, que este ano chega à décima terceira edição, é destinada à novos autores indígenas, ou que possuam filiação com alguma etnia.
O concurso seleciona e premia textos literários inéditos. 
A ação foi criada com a finalidade de fortalecer a nova década dos povos indígenas proclamada pela UNESCO. Os trabalhos devem ser enviados até o dia 31 de Março. 
Mais informações e o edital no site www.fnlij.org.br.


UM LIVRO PARA NÃO SE LER

UM LIVRO PARA NÃO SE LER (Daniel Munduruku)
Costumo ir às livrarias para verificar o que há de novo sobre a temática indígena, especialmente os livros que são escritos para crianças e jovens. É um hábito que tenho adotado, afinal eu preciso estar antenado sobre o que se escreve sobre nossos povos, mas principalmente sobre como se escreve e que como nossa gente é representada seja através dos textos, seja nas ilustrações. Bom, o fato é que um dia desses fui à Livraria da Vila para um lançamento. Enquanto aguardava minha amiga chegar, fui olhar as prateleiras atrás dos títulos lançados. Nessa livraria os livros são organizados de maneira muito especial e por isso se consegue identificar os livros logo na primeira passada de olhos. Próximo a uma prateleira aonde se concentra muitos dos títulos escritos por mim, tem os livros de outros autores indígenas e não-indígenas. É aí que me concentro. Vasculho com os olhos, coloco as mãos na massa e pacientemente vou garimpando cada livro que me repo…