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Mostrando postagens de Julho, 2012

I Coloquio de Culturas Africanas, Afro-Brasileiras e Indígenas

Nos próximos dias 1 e 2 de agosto o Colégio Militar do Rio de Janeiro realizará o I Coloquio de Culturas Africanas, Afro-Brasileiras e Indígenas. Informações no cartaz abaixo. 


http://articulandoeducadores.blogspot.com.br/2012/07/i-coloquio-de-culturas-africanas-afro.html?spref=fb




















Garimpo invade bacia do Tapajós

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Os riscos apontados para a bacia do Tapajós deixam claro que a região amazônica, apesar do aumento nos índices de queda no desmatamento, continua a ser tratada como o grande almoxarifado de recursos naturais do planeta. As ações planejadas para a maior bacia hidrográfica do mundo não se restringem a planos de construção de uma sequência de usinas rios adentro. Bastou o governo informar que parte das terras que pertenciam às unidades de conservação da Amazônia havia sido desvinculada das áreas protegidas para que se tornassem alvo de ações de garimpo e extrativismo ilegal. A reportagem é de André Borges e publicada pelo jornal Valor, 26-07-2012. A pressão cresceu e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) tem procurado controlar a situação e deter a entrada de pessoas na região, mas seu poder de atuação ficou reduzido, porque está restrito às áreas legalmente protegidas. “Com a desafetação (redução) das áreas, muita gente está se mexendo para…

DIÁLOGOS SOBRE POLÍTICA AMERÍNDIA EM SP

Casa da Lagartixa Preta: um laboratório de experimentação

 A Casa da Lagartixa Preta “Malagueña Salerosa” é um laboratório para nossas práticas e nossos conhecimentos; para desenvolver o que acreditamos ser importante para uma vida autônoma coletiva e para a transformação da sociedade em que vivemos, na medida em que compreendemos que a transformação coletiva e individual não ocorre separadamente, mas são partes complementares entre si.
A Casa é também um espaço de fortalecimento de relações de amizade, onde há a abertura para troca com outros coletivos e indivíduos, um espaço para expor ideias e práticas do coletivo e de outr@s companheir@s que acabam não tendo espaço em outros lugares. Um espaço para experimentar e difundir essa quebra da lógica da nossa cultura não só no meio libertário, mas no bairro, nas nossas famílias, amigos não-ativistas ou militantes e tantos outros.
Outro fator importante de ter um espaço como esse é a aliança com outros grupos. Assim como temos o nosso lab…

CINE KURUMIN

Cine Kurumin – Mostra Audiovisual Indígena – realiza exibições de filmes e oficinas de audiovisual e mídias digitais em aldeias indígenas brasileiras. O projeto faz parte da rede do Espalha a Semente e já realizou sessões nas aldeias Tupinambá – Pataxó – Pataxó hãhãhãe – Tumbalalá – Yawalapiti (Alto Xingu). -Conheça nosso acervo de filmes com temática indígenahttp://cinekurumin.wordpress.com/ - Espelho Partido Cine Kurumin – Tupinambá / 2011 / 3 min / Livre embedded by Embedded Video
- Arupãb Kijetxawê Txihihãe Cine Kurumin – Pataxó / 2011 / 7′ 28” / Livre embedded by Embedded Video
- Plantas Medicinais Cine Kurumin – Tumbalalá / 2011 / 2 min / Livre embedded by Embedded Video
- Educação Indígena Tumbalalá Cine Kurumin – Tumbalalá / 2011 / 3 min / Livre embedded by Embedded Video
- Rádio Livre na Aldeia Tumbalalá Cine Kurumin – Direção: Denise Santos / 2011 / 9 min / Livre embedded by Embedded Video
- Histórias Tumbalalá Cine Kurumin – Direção: Denise Santos / 2011 / 9 min / Livre embedded by 

I Encontro da Juventude Terena

Davi Kopenawa Yanomami

Pouco conhecido em seu próprio país, ele é a mais respeitada liderança indígena brasileira
Foto: Bruce Albert Davi no começo dos anos 1990 em clique do antropólogo Bruce Albert, que o conhece há 30 anos e é autor da biografia em francês de Kopenawa, La Chute du Ciel Pouco conhecido em seu próprio país, Davi Kopenawa Yanomami é a mais respeitada liderança indígena brasileira. Já foi premiado pela ONU, garantiu um território maior que Portugal para seu povo e tem biografia best-seller em francês. Em sua maior entrevista já publicada, fruto de dois dias de conversa, Davi fala da vida, da natureza e da falta de esperança no futuro: “Não tô triste não, eu tô revoltado”.  Difícil não sentir certa culpa conversando com Davi Kopenawa Yanomami. Durante os dois dias em que a reportagem da Trip acompanhou a rotina da principal liderança indígena brasileira, ele não aliviou em nada a barra pra nós, homens brancos, ou napë: aponta para a aliança do repórter para exemplificar como estam…