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Mostrando postagens de Julho, 2011

FELIT - FEIRA LIETRÁRIA DE SÃO BERNADO DO CAMPO

É isso mesmo! Graças ao pestígio adquirido pelas décadas de trabalho e dedicação à divulgação e a valorização da literatura infanto-juvenil brasileira, a FNLIJ foi procurada pela Prefeitura de São Bernardo do Campo para organizar a 1ª Feira Literária de São Bernardo do Campo (FELIT), um evento aos moldes do nosso tradicional Salão do Livro, mas ainda maior! O evento começa na próxima Terça-feira (2) e se encerra no dia 14 (Domingo) e vamos trazer todas as novidades e informações sobre mais um importante evento de cultura no calendário brasileiro!
DANIEL MUNDURUKU FAZ PALESTRA NA FLIT

Fiz uma palestra para professores do Estado do Tocantins nesta sexta feira, dia 29, durante a Feira Literária Internacional do Tocantins – FLIT. Convidado pela editora FTD, desenvolvi o tema “O Banquete dos Deuses: conversa sobre o ato de educar (se)”. Foi uma deliciosa conversa sobre educação, literatura, consciência crítica, cidadania, identidade. O público, composto em sua maioria por professores da rede estadual, participou de forma ativa fazendo interessantes interferências procurando compreender a realidade dos povos indígenas. A palestra desenvolveu-se como um bate-papo provocativo sobre a diversidade cultural e linguística.Procurei mostrar que nossos povos estão presentes em todos os estados brasileiros e sempre atuaram no sentido de defender o território nacional e que, em função de interesses econômicos, foram ocultados, excluídos e exterminados ao longo do processo histórico. Após a palestra tive a oportunidade de passear pela Feira e verif…
REVISTA MEKUKRADJÁ - AGOSTO 2011
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Pessoas queridas,
Já é possível acessar o segundo número da revista Mekukradjá.
Este segundo número traz a notícia de nossa participação na FELITSBC.
Todo e qualquer comentário será bem vindo.
Grande abraço e boa leitura a todos/as


http://issuu.com/lukewas/docs/mekukradja_agosto_pdf
Arte Indígena Atrai Público na FLIT

As pinturas corporais continuam na quinta-feira, 29, na Estação Multicultural.
Fonte: por Shelsea Shasmylla em Educação




Uma oca no meio da Praça dos Girassóis. Essa é a diversidade da Feira Literária Internacional do Tocantins - FLIT. A Estação Multicultural começou a terça-feira, 26, ofrecendo pintura corporal indígena. Cerca de 30 índios das etnias Xerente, Krahô e Apinajé estão realizando o trabalho, feito à base de urucum, jenipapo e pó de carvão.

O atrativo chama a atenção de visitantes que vem de longe, como Fernando Souza. Ele mora na capital goiana, está trabalhando na Feira e foi um dos primeiros a chegar ao Espaço. "Fiz um trabalho no qual tive que estudar bastante a cultura indígena e me apaixonei, então não podia perder essa oportunidade", destacou.

A boa aceitação e o convite para participar da FLIT enchem o cacique Antonio Xerente de orgulho. Para ele, "é muito gratificante disseminar a cultura e não acabar a tradição&qu…

Falta difusión a literatura indígena, advierte autora

Enriqueta Lunez considera que la lengua indígena representa un reto para estudiosos y críticos

La poesía y la narrativa en lengua indígena representan un reto para los estudiosos y críticos de la literatura actual, ya que suelen ceñirse exclusivamente a los cánones provenientes del Viejo continente, opinó la poeta tzotzil, Enriqueta Lunez.
Al participar en el Primer Encuentro Regional de Mujere s indígenas en el Arte, reiteró que las dificultades que enfrentan los especialistas respecto a obras en las lenguas mexicanas se originan 'porque han sido formados en una visión etnocentrista, que se resiste a admitir en la palabra poética a lo que no se adapta al Viejo continente'.
Ante ello, dijo, 'es evidente que empezamos a cuestionar lo que nos preocupa y a tomar de manera activa responsabilidades que puedan ayudarnos a mejorar nuestro quehacer creativo'.
Pero también 'muchas de las veces somos átomos en el aire. Cada quien lucha en su trinchera, no hemos logrado conso…

S.Bernardo apresenta Feira Literária aos profissionais de ensino

A secretária de Educação de São Bernardo, Cleuza Repulho, iniciou a apresentação da 1ª FELITSBC (Feira Literária de São Bernardo do Campo), para os profissionais da rede municipal de ensino da cidade, realizada na manhã desta segunda-feira, no Teatro Lauro Gomes. Estiveram presentes mais de 500 profissionais, entre diretores, coordenadores e orientadores pedagógicos.

Inédita na Região Metropolitana de São Paulo, a 1ª FELIT de São Bernardo será realizada no Pavilhão Vera Cruz no período de 1º a 14 de agosto, como parte dos festejos de aniversário da cidade. O evento vai proporcionar aos 85 mil alunos da rede municipal de educação, incluindo da EJA (Educação de Jovens e Adultos), acesso ao conteúdo literário das maiores e principais editoras do Brasil.
O objetivo é garantir um livro a cada aluno participante, além de assegurar que todas as escolas tenham a possibilidade de adquirir acervo para atualizar as bibliotecas escolares.

Diariamente, 100 ônibus irão circular pela cidade levando…

Pela primeira vez São Bernardo realiza Feira Literária

1ª Feira Literária de São Bernardo do Campo (FELIT), idealizada pela Secretaria de Educação em parceria com a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ será realizada entre os dias 1º e 14 de agosto de 2011. O evento faz parte da programação dos festejos de aniversário da cidade, ele é pioneiro na região, no qual o livro e a leitura literária terão destaque, propiciando encontro de escritores, ilustradores e editores com a comunidade. Acompanhe a programação completa pelo site:http://www.educacao.saobernardo.sp.gov.br/index.php/feiraliteraria1

Entrevista com a índia Maria Paulina Kerexu

As histórias dos índios, por eles mesmos

Debora lerrer19 de julho de 2011 às 19:50h
Programa nacional de bibliotecas impulsiona (ainda mais) as vendas de livros escritos por indígenas Ameaçada por grilagem de terras, desmatamento, garimpo, obras de governos e minada pela discriminação, a cultura dos  povos indígenas brasileiros resiste (agora também) em forma de literatura e conquistando espaço no mercado editorial. Há uma boa safra de escritores indígenas dedicados à literatura infanto-juvenil e publicados por diversas editoras, inclusive grandes como Martins Fontes, Paulinas e FTD. O ano de 2011 deve  terminar com pelo menos 19 títulos novos no mercado, entre os quais A cura da terra, de Eliane Potiguara, pela Global Editora, e Mondagará, de Rony Wasiry Guará, pela Saraiva. Esse interesse se deve, em parte,  à Lei  11.645, aprovada em 2008, que  criou a obrigatoriedade de se tratar a temática indígena  e afro-brasileira no currículo escolar brasileiro. Mas também é possível que nomes como Daniel Munduruku, Graça Graúna, Yagua…

O Brasil não começa a partir de 1500 - Entrevista para a Globo News

Entrevista para o Programa Milênio - Globo News



Cinco mil anos de história. 250 povos e 180 línguas. 800 mil pessoas. 0,4% da população brasileira. Essa é a dimensão do movimento indígena de hoje. A riqueza e o conhecimento sobre a terra que hoje compreendemos como Brasil aos poucos vão se perdendo e a ideia de civilização, herdada do século XIV, coloca o índio como algo a ser assimilado ou isolado. A identidade do indígena foi, durante muito tempo, definida em termos negativos. É o preguiçoso, o que atrapalha o progresso, alguém que não está dentro dos fluxos civilizatórios do Ocidente. Daniel Munduruku mostra que há muito mais do outro lado da linha que divide nossa história e que vale a pena ir além do limite imposto pelos relatos dos conquistadores. Tanto para o indígena quanto para todos os brasileiros. A reformulação da identidade indígena renova o conceito de brasilidade e enriquece o panorama cultural do país.

A partir da década de 1970, os povos indígenas se redescobriram com…

Depoimento emocionante da educadora Gislene de Freitas

Olá Daniel!      Me chamo Gislene, sou pedagoga, mas trabalho como dinamizadora de biblioteca devido a uma perda auditiva. Nesse trabalho tenho contato com vários livros, inclusive os seus. Foi através desse contato que senti vontade de entrar em contato com você para partilhar meus sentimentos com relação às suas histórias, sua vida. Apesar de sermos de culturas diferentes, quando lia suas histórias eu ia sentindo o cheiro da terra, ouvindo o vento batendo nas folhas das árvores, sentindo a água fria do córrego, a fome que a gente sente depois desse banho e a comida gostosa feita no fogão de lenha preparada pela minha mãe. Ah, como era bom quando a família reunia em volta do calor do fogão de lenha e contávamos intermináveis histórias de família, quantas risadas, quanto calor humano. Quando pequena, como tinha piolhos (É uma pena que as crianças de hoje não pegam piolhos como nós!)  e por isso nós primos ou irmãos catávamos uns nos outros, ou às vezes nossa mãe nos colocava no colo pa…

Documentário contra a construção de Belo Monte conquista público de Paulínia

Personagem do filme, Índia da tribo xipaia lidera movimento contra a barragem que afetará a vida dos habitantes e os ecossistemas da região
Jornal do Brasil
Carlos Helí de Almeida, de Paulínia

A obra mais controversa da gestão Dilma Rousseff, herdada do governo Lula, acaba de ganhar um poderoso instrumento de oposição. Exibido na noite desta quarta-feira, dia 13, na competição do 4º Festival de Paulínia, À margem do Xingu – Vozes não consideradas  se propõe justamente a isso: servir de veículo para a versão daqueles que ficaram de fora do debate sobre a construção da hidrelétrica de Belo Monte, na Floresta Amazônica paraense, em um trecho do rio Xingu. Dirigido pelo espanhol Damià Puig, o filme percorre cidades ribeirinhas que serão direta ou indiretamente afetadas pelo represamento do rio, e colhe depoimentos de moradores, agricultores e  indígenas que habitam ou trabalham na região. Também ouve especialistas da áreas ambientais, técnicos e sociais sobre o projeto polêmico, que ganhou li…

MT: Disputa de terra gera conflitos entre índios xavantes e moradores

Xavantes cobram cumprimento da decisão do Tribunal Regional Federal, que determinou saída dos ocupantes não índios da reserva em 2010.

A disputa pela terra pôs em lados opostos índios xavantes e moradores de uma região do nordeste de Mato Grosso.
O motivo é a posse de uma reserva indígena, ocupada há 46 anos por agricultores e comerciantes.

 A Justiça Federal determinou que eles deixem o local, mas a ordem não foi cumprida. Os confrontos têm causado prejuízos e tensão na reserva.

Os xavantes atacaram fazendas localizadas dentro da área a ser desocupada, onde casas foram demolidas e incendiadas.
Francisco Silva foi surpreendido com a chegada de 60 guerreiros, segundo ele.

"Tocaram fogo nas duas casas que tinha. Queimaram tudo de imediato. Chegaram com a gasolina dizendo ‘tirem os trens que vamos por fogo’. Me atacaram, me amarraram e me carregam por 600 metros nas costas", contou Francisco.

Os xavantes cobram o cumprimento da decisão do Tribunal Regional Federal, que determin…

Encerrado Colóquio latino nas Casa das Américas

Havana, 14 jul (Prensa Latina) A literatura, o teatro e as artes plásticas como expressão de identidade cultural centrarão hoje os debates da sessão final do I Coloquio internacional sobre a presença latina nos Estados Unidos.

Especialistas de México, Cuba, Argentina e a nação nortenha dissertarão sobre o papel do Latino Artists Round Table e o editorial Sino na produção e divulgação da cultura dessa etnia em Nova York, onde é a cada vez mais forte a presença destes emigrantes.

Sobre identidade e resistência, vista através da obra de Octavio Paz, falará a pesquisadora da Universidade de Guanajuato, Ofelia López, que comentou com Prensa Latina que na obra do escritor mexicano estão apresentem suas visões e experiências como emigrado nos Estados Unidos.

Agregou que a obra do ensaísta e poeta, Prêmio Nobel de Literatura, é muito ampla e abarca diferentes etapas de seu cotidiano criativo. "Como sucede com todos os grandes escritores contemporâneos, seus textos não se subtraem de sua…

VIOLÊNCIA CONTRA OS POVOS INDÍGENAS: MS lidera assassinatos

Pontos centrais do Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil e em Rondônia.
As ocorrências de violências e violações de direitos contra os povos indígenas não cessam. Mais uma vez, e pelo terceiro ano consecutivo, o número de assassinatos registrados chega a 60. Amaioria ocorreu em Mato Grosso do Sul, com 34 casos.
O relatório relata 92 casos de violência contra o patrimônio deixando claro que a situação conflituosa vivida pelos indígenas brasileiros está intimamente ligada ao modelo desenvolvimentista adotado pelo país e a falta de acesso a terra. O pano de fundo das violências cometidas contra os povos indígenas, bem como a violação de seus direitos, é o desrespeito à Demarcação de suas terras; Morosidade dos órgãos oficiais na regularização destas terras, áreas que se encontram super povoadas, populações confinadas em um só território, são entre tantas outras as principais fontes de conflitos, mortes e desesperança dos povos em suas comunidades. Neste relatório, a vio…

Feira Literária Internacional do Tocantins

Projeto intinerante ‘Lona da Ciência’ será um das atrações da FLITNa estrada desde 2007, o projeto tem a missão de levar o conhecimento científico e cultural principalmente à população jovem do país... Escola Estadual Novo HorizonteFeira Literária Internacional do TocantinsJuliana SouzaLona da CiênciaSecretaria Estadual da Educação08/07/2011 09:55 | Educação